8 de jun de 2011

Poema do novo (de novo)

Eu não penso em saber o que eles pensam,
de fato, isso eu até quero,
mas me impressiona, de bom grado:
a dúvida e a possibilidade da dissolução.

Foi-se o tempo de pensar negativo,
foi-se o positivo e ficou o novo.
O novo é o tempo dos fatos,
e o tempo dos fracos é o anteontem

Não queimo retratos, cartas eu guardo.
Fica claro que sou do passado:
Do passado adiante passando

Onde melhorar em mim? Esse caminho é assim.
Não me resta outra alternativa:
Melhorar o mundo me melhorando.

3 comentários:

  1. Belo poema.
    Dá gosto de ler coisas assim...

    (Há tempos um sujeito mandou o link deste blog para o e-mail da minha turma na faculdade; dizendo ser o "blog de um amigo".

    Li, gostei e desde então estou aqui a acompanhar.)

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  2. Fico muito feliz ao ler isso, não posso negar a frase do blog que roubei duma música "feito pra mim, bom pra você" .
    Obrigado por acompanhar. As portas estão abertas

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  3. É um prazer acompanhar. ^^

    Sou um tanto quanto seleta com o que leio; quer seja na internet ou no papel. Então se acompanho é porque realmente gosto do que leio aqui e gosto do desenrolar da tua escrita.

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