18 de jul de 2011

Não à calma

Que leve e suave sua chegada,
passos ingratos que trouxeram
que já levaram e então vieram
pra devolver a calma esperada

É injusto pedir um favor?
Posso eu querer-te mais?
Tenho pressa de ti

Pedir tempo ao tempo
É só dar a si, pouco do tempo
em tempo demais



Pedro Ormuz

Nenhum comentário:

Postar um comentário